segunda-feira, 21 de novembro de 2016

AS CORES DA UMBANDA


·         Umbanda Original (Zélio de Moraes).
·         Umbanda Omolokô (Umbanda Africanista).
·         Umbanda Sabgrada (Rubens Saraceni).
·         Umbanda Esotérica (W.W. Matta e Silva).
·         Umbanda Iniciática (Rivas Netto).
·         Candomblé Ijexá (o da Bahia).
·         Candomblé Ketu (Yorubá, o mais conhecido e praticado).
·         Efan/Efon (assimilado pelo Ketu).
·         Candomblé Jeje (aquele em que os Orixás são denominados Voduns).
·         Candomblé Angola/Congo (dos Bantus, onde os orixás são denominados NKisis).
·        Candomblé de Caboclo – Denominação usada para identificar qualquer tipo de Candomblé que além de seu culto puro e original, no sentido de seguir as raízes, trabalha também com os falangeiros dos Orixás: Caboclos, Preto Velhos, Erês(Mirim) e outros, como na Umbanda.
·      Omolokô (religião afro brasileira com práticas ritualísticas de Umbanda e Candomblé, originária do Rio de Janeiro).
·         Batuque (o do Rio Grande do Sul)
·         Babaçuê (Influência Jeje/Nagô. Elementos do Batuque e ameríndios)
·   Batuque de Santa Bárbara – Variação do Babaçuê (Cultua-se Iansã e Xangô, como protetores respectivamente de mulheres e homens em geral)
·         Batuque de Mina (variação do Babaçuê, cultua Voduns)
·         Xambá (Olinda Pernambuco)
·         Tambor de Mina (Mina Nagô, ocorre no Maranhão, Piauí e Amazônia, Segue orientação Jeje).
·         Terecô (Variação do Tambor de Mina)
·         Encantaria (Variação do Tambor de Mina)
·         Xangô do Nordeste, Xangô de Recife, Xangô de Pernambuco (Nagô Egbá)
·   Cabula (criada pelos negros mulçumanos e considerada bastante secreta. Mistura elementos do Candomblé e da Umbanda. Ocorre mais nos estados da região Sudeste e Bahia)
·         Entre outras...

No meio de tantas religiões que incluem os Orixás, tem gente ainda querendo exigir que a sua forma é a que tem que ser seguida, cada Casa segue de acordo com as orientações recebidas dos Guias chefes de cada lugar. Se cada um fosse tentar generalizar a sua conduta, seria com certeza uma guerra de opiniões e “certezas”.
Essa variedade acontece devido a pluralidade de espíritos que existem, cada um se adapta a cada forma como compreende Deus. E que na sua Infinita Bondade cria diversos caminhos para se chegar até Ele. Entenda que as orientações recebidas na Tenda são de utilização na Tenda e não uma verdade absoluta e universal. E devem ser respeitadas por aqueles que se dispuseram a participar Dela.

Na TENDA ESPÍRITA SÃO SEBASTIÃO:
Tanto ORIXÁS e EXUS proveem de Deus, mas não são ele, esta forma energética percorre e se faz presente em todo o Universo. Através da Luz de Deus emanada como suas energias, como a luz branca quando em contato com o prisma. Irradia os Sete ORIXÁS e os Sete EXUS.



Órixas






EXUS



Órixa Oxalá
EXU Sete Encruzilhadas
Órixa Yemanjá
EXU Pomba-Gira
Órixa Yori
EXU Tiriri
Órixa Xângo
EXU Gira-Mundo
Órixa Ogum
EXU Tranca-Ruas
Órixa Oxossi
EXU Marabô
ÓrixaYorimá
EXU Pinga Fogo
As cores acima são referentes as cores correspondentes dos Chacras/Orixá/Exu. A utilização das velas na Tenda fogem a esse padrão, e mesmo as cores dos Chacras/Orixá/Exu tem as predominantes e não necessariamente uma cor apenas. As vibrações das cores vão de acordo a sua utilização, na Tenda usa-se Marrom para Xângo e Yorimá; Verde para Oxóssi; Azul celeste para Iemanjá; Amarela para Ogum; Rosa para Yori; Lilás para Espiritualidade Superior; Branca para Oxalá; Preta e Vermelha para Kimbanda.
Em geral:
Oxalá
Iemanjá
Xangô
Ogum
Oxóssi
Caboclos e Caboclas
Yorimá
Preto Velho e Preta Velha
Yori
Mirim
“Nós seres encarnados, expressamos nossa personalidade através de Pensamentos, Sentimentos e Ações. Os pensamentos têm sua sede no Organismo Mental, os sentimentos no Organismo Astral e as ações estão situadas no Organismo Etérico-físico. Por conseguinte, os “Pais-Velhos” atuam no Organismo Mental, as “Crianças” atuam no Organismo Astral e os “Caboclos” atuam no Organismo Etérico-físico”.
“É precisamente isso o que se verifica nos templos de Umbanda. Sem que os consulentes percebam, os “Pais-Velhos” orientam as mentes através de seus conselhos e experiência; as “Crianças” infundem alegria, bom ânimo e felicidade; os “Caboclos” trazem energias positivas dos sítios sagrados da Natureza, para dar saúde, impulso e movimento aos filhos de fé. Resumindo, a tríplice manifestação dos Mestres Astralizados na Umbanda visa trazer Equilíbrio na Mente, Estabilidade no Sentimento e Harmonia nas Ações”.
Homem
Organismo
Sincretismo
Arquétipo
Doutrina
Cosmo
Pensamento
Mental
Pai-Velho
Sabedoria
Tântrica
Luz
Sentimento
Astral
Criança
Amor
Mântrica
Som
Ação
Físico
Caboclo
Atividade
Yântrica
Movimento


EXU e exu
De acordo com Vovó Maria Conga: É um princípio vibratório que obrigatoriamente participa de tudo. É dinâmico e está em tudo que existe. É a força que impõe o equilíbrio às criaturas que ainda têm carmas negativos a saldar. É o exu o executor das Leis Cósmicas. Não é nem bom nem ruim, nem positivo nem negativo. Sendo neutro é justo. A função de exu consiste em solucionar, resolver todos os trabalhos, encontrar os “caminhos” apropriados, “abri-los” ou “fechá-los” e fornecer a sua ajuda e poder a fim de mobilizar e desenvolver junto à existência de cada indivíduo a sua situação cármica, bem como as tarefas especificas atribuídas e delegadas a cada um dos guias e protetores.
Os EXUS originais, agentes mágicos universais, não tem um corpo astral, não são um princípio espiritual encarnante e não se manifestam mediunicamente assim como os Orixás. Os Orixás seriam os positivos e os EXUS os negativos se estivéssemos falando de polaridades energéticas aos filhos. Mas, fora isso, existem entidades que trabalham na linha vibratória de determinados EXUS e, por associação, passaram a ser identificados com esses nomes, assim como os guias e protetores atuam nas linhas vibratórias dos Orixás e são indevidamente tomados como sendo a própria vibração de EXU.
São os genuínos exus da Umbanda que garantem a segurança dos trabalhos; mantêm a organização e a disciplina e são grandes “combatentes” quando em atividades socorristas e de resgates nas organizações malévolas do Umbral inferior. Os espíritos que “baixam” em alguns terreiro dizendo serem exus, galhofeiros; imorais; deselegantes, de vocabulário impróprio, xingando; enfim, tumultuando o ambiente, não são exus, mas espíritos doentes, quiumbas-obsessores, que comparecem ou por invigilância do médium e consulente, ou pela baixa moralidade do grupo mediúnico. Mas essas invasões também ocorrem fingindo-se de Caboclos e Pretos-Velhos, pois esses espíritos são mistificadores e tentam fingir o que não são, em processo de assédio para conturbar os trabalhos
Fonte: Samadhi
Fonte: Umbanda – A proto-síntese cósmica. Autor: F. Rivas Neto
Demais ORIXÁS ou EXUS citados em outras obras ou referências em sites não são seguidos na Tenda, e volto a repetir essa orientação é utilizada para Tenda e não uma verdade absoluta.


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