·
Umbanda
Original (Zélio de Moraes).
·
Umbanda
Omolokô (Umbanda Africanista).
·
Umbanda
Sabgrada (Rubens Saraceni).
·
Umbanda
Esotérica (W.W. Matta e Silva).
·
Umbanda
Iniciática (Rivas Netto).
·
Candomblé
Ijexá (o da Bahia).
·
Candomblé
Ketu (Yorubá, o mais conhecido e praticado).
·
Efan/Efon
(assimilado pelo Ketu).
·
Candomblé
Jeje (aquele em que os Orixás são denominados Voduns).
·
Candomblé
Angola/Congo (dos Bantus, onde os orixás são denominados NKisis).
· Candomblé
de Caboclo – Denominação usada para identificar qualquer tipo de Candomblé que
além de seu culto puro e original, no sentido de seguir as raízes, trabalha
também com os falangeiros dos Orixás: Caboclos, Preto Velhos, Erês(Mirim) e
outros, como na Umbanda.
· Omolokô
(religião afro brasileira com práticas ritualísticas de Umbanda e Candomblé,
originária do Rio de Janeiro).
·
Batuque
(o do Rio Grande do Sul)
·
Babaçuê
(Influência Jeje/Nagô. Elementos do Batuque e ameríndios)
· Batuque
de Santa Bárbara – Variação do Babaçuê (Cultua-se Iansã e Xangô, como
protetores respectivamente de mulheres e homens em geral)
·
Batuque
de Mina (variação do Babaçuê, cultua Voduns)
·
Xambá
(Olinda Pernambuco)
·
Tambor
de Mina (Mina Nagô, ocorre no Maranhão, Piauí e Amazônia, Segue orientação
Jeje).
·
Terecô
(Variação do Tambor de Mina)
·
Encantaria
(Variação do Tambor de Mina)
·
Xangô
do Nordeste, Xangô de Recife, Xangô de Pernambuco (Nagô Egbá)
· Cabula
(criada pelos negros mulçumanos e considerada bastante secreta. Mistura
elementos do Candomblé e da Umbanda. Ocorre mais nos estados da região Sudeste
e Bahia)
·
Entre
outras...
No meio de tantas religiões que incluem
os Orixás, tem gente ainda querendo exigir que a sua forma é a que tem que ser
seguida, cada Casa segue de acordo com as orientações recebidas dos Guias
chefes de cada lugar. Se cada um fosse tentar generalizar a sua conduta, seria
com certeza uma guerra de opiniões e “certezas”.
Essa variedade acontece devido a
pluralidade de espíritos que existem, cada um se adapta a cada forma como
compreende Deus. E que na sua Infinita Bondade cria diversos caminhos para se
chegar até Ele. Entenda que as orientações recebidas na Tenda são de utilização
na Tenda e não uma verdade absoluta e universal. E devem ser respeitadas por
aqueles que se dispuseram a participar Dela.
Na TENDA ESPÍRITA SÃO SEBASTIÃO:
Tanto ORIXÁS e EXUS proveem de Deus, mas não
são ele, esta forma energética percorre e se faz presente em todo o Universo.
Através da Luz de Deus emanada como suas energias, como a luz branca quando em
contato com o prisma. Irradia os Sete ORIXÁS e os Sete EXUS.
Órixas
|
EXUS
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Órixa
Oxalá
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EXU Sete Encruzilhadas
|
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Órixa
Yemanjá
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EXU Pomba-Gira
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Órixa
Yori
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EXU Tiriri
|
||||||||||||
Órixa
Xângo
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EXU Gira-Mundo
|
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Órixa
Ogum
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EXU Tranca-Ruas
|
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Órixa
Oxossi
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EXU Marabô
|
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ÓrixaYorimá
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EXU Pinga Fogo
|
||||||||||||
As cores
acima são referentes as cores correspondentes dos Chacras/Orixá/Exu. A
utilização das velas na Tenda fogem a esse padrão, e mesmo as cores dos Chacras/Orixá/Exu
tem as predominantes e não necessariamente uma cor apenas. As vibrações das
cores vão de acordo a sua utilização, na Tenda usa-se Marrom para Xângo e
Yorimá; Verde para Oxóssi; Azul celeste para Iemanjá; Amarela para Ogum; Rosa
para Yori; Lilás para Espiritualidade Superior; Branca para Oxalá; Preta e
Vermelha para Kimbanda.
Em geral:
Oxalá
Iemanjá
Xangô
Ogum
Oxóssi
|
Caboclos
e Caboclas
|
Yorimá
|
Preto
Velho e Preta Velha
|
Yori
|
Mirim
|


“Nós
seres encarnados, expressamos nossa personalidade através de Pensamentos,
Sentimentos e Ações. Os pensamentos têm sua sede no Organismo Mental, os
sentimentos no Organismo Astral e as ações estão situadas no Organismo
Etérico-físico. Por conseguinte, os “Pais-Velhos” atuam no Organismo Mental, as
“Crianças” atuam no Organismo Astral e os “Caboclos” atuam no Organismo
Etérico-físico”.
“É
precisamente isso o que se verifica nos templos de Umbanda. Sem que os
consulentes percebam, os “Pais-Velhos” orientam as mentes através de seus
conselhos e experiência; as “Crianças” infundem alegria, bom ânimo e
felicidade; os “Caboclos” trazem energias positivas dos sítios sagrados da
Natureza, para dar saúde, impulso e movimento aos filhos de fé. Resumindo, a
tríplice manifestação dos Mestres Astralizados na Umbanda visa trazer
Equilíbrio na Mente, Estabilidade no Sentimento e Harmonia nas Ações”.
Homem
|
Organismo
|
Sincretismo
|
Arquétipo
|
Doutrina
|
Cosmo
|
Pensamento
|
Mental
|
Pai-Velho
|
Sabedoria
|
Tântrica
|
Luz
|
Sentimento
|
Astral
|
Criança
|
Amor
|
Mântrica
|
Som
|
Ação
|
Físico
|
Caboclo
|
Atividade
|
Yântrica
|
Movimento
|
EXU e exu
De acordo com Vovó Maria Conga: É um
princípio vibratório que obrigatoriamente participa de tudo. É dinâmico e está
em tudo que existe. É a força que impõe o equilíbrio às criaturas que ainda têm
carmas negativos a saldar. É o exu o executor das Leis Cósmicas. Não é nem bom
nem ruim, nem positivo nem negativo. Sendo neutro é justo. A função de exu
consiste em solucionar, resolver todos os trabalhos, encontrar os “caminhos”
apropriados, “abri-los” ou “fechá-los” e fornecer a sua ajuda e poder a fim de
mobilizar e desenvolver junto à existência de cada indivíduo a sua situação
cármica, bem como as tarefas especificas atribuídas e delegadas a cada um dos
guias e protetores.
Os EXUS originais, agentes mágicos
universais, não tem um corpo astral, não são um princípio espiritual encarnante
e não se manifestam mediunicamente assim como os Orixás. Os Orixás seriam os
positivos e os EXUS os negativos se estivéssemos falando de polaridades
energéticas aos filhos. Mas, fora isso, existem entidades que trabalham na
linha vibratória de determinados EXUS e, por associação, passaram a ser
identificados com esses nomes, assim como os guias e protetores atuam nas
linhas vibratórias dos Orixás e são indevidamente tomados como sendo a própria
vibração de EXU.
São os genuínos exus da Umbanda que
garantem a segurança dos trabalhos; mantêm a organização e a disciplina e são
grandes “combatentes” quando em atividades socorristas e de resgates nas organizações
malévolas do Umbral inferior. Os espíritos que “baixam” em alguns terreiro
dizendo serem exus, galhofeiros; imorais; deselegantes, de vocabulário
impróprio, xingando; enfim, tumultuando o ambiente, não são exus, mas espíritos
doentes, quiumbas-obsessores, que comparecem ou por invigilância do médium e
consulente, ou pela baixa moralidade do grupo mediúnico. Mas essas invasões
também ocorrem fingindo-se de Caboclos e Pretos-Velhos, pois esses espíritos
são mistificadores e tentam fingir o que não são, em processo de assédio para
conturbar os trabalhos
Fonte: Samadhi
Fonte: Umbanda – A proto-síntese cósmica. Autor: F.
Rivas Neto
Demais ORIXÁS ou EXUS citados em outras obras ou referências em
sites não são seguidos na Tenda, e volto a repetir essa orientação é utilizada
para Tenda e não uma verdade absoluta.


